Peito Cheio

Obrigado, mundo.
Por me ofertar o amor.
Por me dar o prazer de senti-lo. E tê-lo.

Conheci o amor pela primeira vez quando era, sem perceber, muito jovem.
Nossos erros,  muitos, nos ensinaram e fizeram melhores. She knows.

E por, agora, estarmos prontos, a vida nos presenteia novamente, com amores gostosos. E sadios.

Tudo acontece por um motivo.

Obrigado, mundo.
Por me fazer pedaços e me refazer completo.
Repleto.
De amor.

Renata

me mata


de amores.

Renata me vive.

Partido

Quando parto
Fico inteiro
E deixo parte

Quando parto
Sou toda
Pedaços 
De saudade.

Que arde.
Que ardo.

Te vi.

e meus olhos abertos
pareciam sonhar.

Me-dou

Tenho medo de ser meio
Quero ser tudo sem precisar ser dela
Tenho medo de ser meio meu
Sabe, meio eu, meio ela
Quero que eu só precise de mim
Para que assim
Eu possa ser inteiro eu
________________e todo dela.

Id X Ego

Quando é amor, sou Pedro.

Quando é Paixão, sou eu.

Quando não sei o que é, não sei o que sou.


 E sigo assim.
 Pertencendo só a mim. 

another tripé

Gosto do carinho
da presença
do sexo.

 E acho que era exatamente por não me faltar nenhum dos três que não precisava de absolutamente nada além disso. Era por ter os três que não havia lugar para ciúme ou pressa, brigas ou repressão.
Mas a falta de um, me fez destruir todo o restante. Não soube lidar com tua ausência e te perdi de vez.

Que saudade do carinho
do sexo

da presença.

Sozinho.

Das minhas dores, só eu sei. As minhas dores, só eu sinto. Que saudade da menina de oxossi. Que saudade de ter alguem que goste de mim, e que eu goste de volta. Que saudade de ser de alguém. Que dor que me dói não ter ninguém. E eu nunca pensei que diria isso um dia. Que vontade de estar junto.

Incompetente.

Não sei se a dor maior é a de perdê-la... Ou se é por pena de mim mesmo, pela incompetência em manter quem eu gosto perto. Acho que é um misto dos dois. A certeza é só a dor.

Nós apertados

Perdi meu bem. Ela nao era minha, nem eu era dela. Mas a gente era, sim, um nós. Nosso nós foi desfeito pelo nó que fui e sou. Desata, Pedro. Desata.

Gota D'água

E cada pessoa com quem eu me relaciono só aumenta minha certeza: Não tenho paciencia e não sei lidar com pessoas.

Não tenho paciencia e não sei lidar

comigo.

D.

Eu a uso pro meu bem.
Ela me quer bem.
E assim, nas idas e vindas dos nossos encontros, a gente se dá bem.
A gente se dá.
Meu bem.

Essa menina

Essa menina mexeu com minhas loucuras, minhas verdades absolutas e minhas caretices.
Essa menina me deixou são e louco assim, ao mesmo tempo.
Ah, essa menina.
Ela diz que eu a confundo.
Mas é ela que me dá certeza de todas as minhas confusões.


Seus piercings e seus beijos se enroscam nos meus.
Eita, menina. Sou quase tão meu, quanto seu.

Ser a sós a dois.

Ela é do mundo.

Eu sou só de mim.

E no fim das contas, a gente meio que se completa assim.

O fim de mim

Um ano se passou do fim. E ele ainda o acompanha.
Leu seus rabiscos em cadernos, todos anteriores ao amor. Percebeu que so escrevia antes de conhece-la. E como escrevia...
Falava de amor e paixoes como ninguem. Era um verdadeiro poeta. Um tradutor de emocoes. Amava. Escrever. E quando lhe faltava inspiracao, procurava amor em cada fresta que via, se apaixonava por tantas, de tao diferentes formas, intensidades, vontades... Se apaixonava sempre e isso era o que alimentava sua escrita. Alias. Nao sei dizer se o alimento da inspiracao era a paixao ou o vazio que esse sentimento lhe dava... Quem sabe os dois? O que sabe é que quando encontrou, de fato, o amor, parou de escrever. De ver filmes. De desenhar. De sair sozinho para ver a lua. Quando encontrou o amor, parou de buscar o que lhe fazia feliz. Achou que havia encontrado.
Acontece que o amor acabou, e nao lhe sobraram palavras, frames, papeis ou luas. Nao lhe sobrou nada. Deixou de fazer o que lhe fazia bem para fazer bem ao seu bem. Má ideia. O amor acabou e a vida que tinha, nao só com ela, mas, especialmente, a vida que tinha antes dela, foi soterrada em meio a um monte de dores. Perdeu alguns quilos e a vontade de viver. Perdeu tudo. Ela era seu tudo.
 Um ano se passou do fim, e ele ainda o acompanha. Nao sei dizer se ele errou em se permitir amar tanto, mas ter deixado todo o resto que ele costumava amar, nao lhe caiu bem. Lhe derrubou, alias. Perdeu a paixao e o chao. Perdeu-se. Do amor sobraram algumas magoas, até que consegue esconde-las. Nao sempre. As vezes, nao poucas, elas sao maiores que todas e ele olha suas agulhas... E entao toma seus remedios, buscando neles a vontade de viver. As vezes encontra. As vezes... suporta.
 Nao tinha amigos, nao confiava em ninguem. É, de forma literal, ninguem. Abriu uma exceçao para o seu amor, que lhe abriu ao meio, arrancou seu coraçao e o trucidou. Haha. Fez tudo errado. Ou nao? Sabe que amou, com todo amor que podia. É, de forma literal, todo. Inclusive com aquele que reservava para as palavras, os desenhos, os filmes e a lua. Usou todo seu amor, nela.
 Nao sabe dizer se valeu a pena. As vezes pensa, para ela começou e terminou como todos os outros. Nao tem muita certeza se o durante o foi tambem. Pode ser que sim, e isso nunca saberá. Só sabe de si. E é tao pouco.
 Hoje lhe deu vontade de escrever. Assim mesmo, sem muitos acentos ou conjugaçoes corretas. Se permitiu.
E assim será.
 Até que o fim
Saia de mim.

Recomeco

Tinha muitas certezas e todas se desfizeram. Perdi tudo que achava que compreendia e agora me encontro aberto novamente. Tudo novo. Revivendo. Ressentindo. Reaprendendo.
A dor da duvida e da incompreensao me angustia, mas nao ter certeza me faz querer ir alem.

E eu vou.


Redescobrir.

Aquario

Me mordes, te bato, me gritas, te ardo. E nos rebolicos dos lencois, me perco em tua boca, entro em teu corpo, me afogo nos teus fluidos.
Morres e me matas de prazer.

Suicídio

Permiti que o amor entrasse, e com ele veio a raiva, o desencanto, as decepções, o arrependimento. Quem dera Deus eu pudesse apagar o dia que a conheci e assim tirá-la da minha vida e da minha memória. Só Lacuna Inc pra me tirar esse gosto de morte da boca. Me odeio por ter me permitido te amar um dia. Odeio.

Ondas do olhar

(Just in case you decide to learn portuguese someday...)

Naveguei no oceano dos teus olhos. E neles naufraguei.

 Espero um dia me encontrar

nas areias

 do teu

 mar.

Pegadas de um caminhar

Como decifrar-me se tudo que sei de mim é o que fui? Meu todo é como pegada na areia, que só é vista quando o passo é dado. Nem antes, nem durante. Só depois. Só posso avaliar o que passou. As marcas que o presente deixa ficam no passado. Então é só isso que tenho: passados. Sei de todos que fui, e por ser tantos não sei qual nem quem sou agora, nem quem serei quando o agora for passado também. Mas não tenho pressa. Nem de saber nem de ser. Deixa assim. Em todos os amanhãs saberei quem fui ontem. É só olhar na areia. É que mais bonito que a pegada, é o caminhar.

Vontade


Vontade que dá, a gente mata e ela volta maior ainda, trazendo várias outras consigo.
Vontade de matar essas vontades.




Em você.

Ex.

Acho
____que nunca amarei ninguém como amei aquela menina.
Sei
___ que isso é bom.


(Afinal, amar daquele jeito não seu certo.)
[Amando de um jeito diferente, quem sabe.]
{Amando uma pessoa diferente, definitivamente.}

14/02

Dia do amor.

Minhas mágoas, todas, em aquários.

Sem aforo

O sinal vermelho, Nara Leão gritando aos meus ouvidos pelos auto-falantes do carro, e o sorriso mais lindo do mundo. Que clareou minha noite.
E ainda tento decifrar se os olhos daquela menina me diziam Pare. Ou Siga.
Mas sem dúvida, me chamaram a Atenção como ninguém.
Pisei no acelerador e parti.
Sem ela. Só Nara.

(fazer) Amor.

É como Vinícius de Moraes e Augusto dos Anjos.
Um é amor e melodia,
O outro é palavra e escarro.

Ela é como uma melodia escrita,
Eu sou o amor escarrado.


E nesse desencontro de versos,
Ela quer poesia,

Eu me contento com o sexo.

Winter

Primavera. A estação das cores.

Que saudade das suas.

Corruptção

(Cara, desenterrando textos aqui.. esse aqui deve ser dos meus catorze anos, sei lá. ahhaha)

O país caindo, sucumbindo, ruindo, esvaindo por veias de sangue azul da estrela vermelha.
Dinheiro sujo na cueca, na mala, no avião. O presidente com dor no ombro, viajando, roubando com quatro dedos na mão.
Pizzas na cpi que dariam para matar toda a fome do país.
Cagoetagem, hiporisia e mentiras para todos os lados. O carater e a verdade receberam mensalão para ficarem calados.
Um papa que proíbe o amor entre pessoas do mesmo sexo. Amar é pecar? Que todos morram então. E olha o lula de novo em seu avião.
O mundo morrendo e eu só penso em te ter.
Um poema sem rimas prum amor sem futuro.

Surpresa.

Você apareceu de surpresa. E eu não gosto de surpresas.

Mas gostei de você.

Resultado

E o foda da saudade é que, quando não acaba com o sentimento, deixa ele mais forte.

know what?

Someone asked once what was my best virtue and my worst defect… I’ve been trying to answer it to myself since that day. But, gosh, I’m always changing. Yep, I know it’s totally cliché, “blablabla, I’m not the same one I was the day before, blabla”, but you know what? That’s true. Things happen every single day. Everything that happens, or doesn’t happen, and the way you deal with all these stuff, makes you who you are. When you look both sides before crossing the street, you are automatically protecting yourself from the death, and it could mean a lot about who you are. Especially when you know what makes you want to be alive.
I know I’m kinda sleepy and probably it makes no sense at all, but what I’m trying to say is: when you start thinking why you do something, even the most simple things, like getting up in the morning, is when you start to know who you truly are and what you’re doing here. However, people rarely do that. You know why? Because answers bring more questions.

À deriva.

Seu corpo branco e frio me invade feito a água do mar, que beija o recife e transforma pedra em grãos brancos e finos de areia.
Seu corpo branco me invade inteira.

Falta saudade

"- Senti sua falta...
- Não sinta! Falta é algo ruim de se sentir.
- ...
- ...
- Senti saudade.
- Eu também.
"

Sabe, saudade é a lembrança boa, é a vontade de estar junto, de querer perto, que faz aquele sorriso de canto de boca aparecer junto com pensamento. É o frio na barriga que aquece.
Sentir falta é quando dói, quando arranca um pedaço da gente, quando se perde algo que não pode se completar sozinho, é ter um sentimento amputado de si contra a própria vontade. Sentir falta é ver uma parte de si, morrer.

Sinto saudade do que eu sentia. E falta de você.

Platão.

- Olha a lua! - disse olhando pela janela do carro, a lua cheia, enorme, brilhando pra mim.
- Você vive falando isso. Deveria ir morar lá.
- Mas se eu morasse na lua, eu não poderia vê-la.
- Mas você estaria NELA!
- Justamente. De que me adianta estar com ela, se não poderia admirá-la? - perguntei, olhando novamente para aquela beleza que clareava meus olhos.
- Então você prefere só olhar?
- Sim. (silêncio). Acho que o sentir mais sincero é o platônico.



(transcrevendo o diálogo que aconteceu há pouco, enquanto voltava pra casa e a lua me seduzia)

Significando.

in.trín.se.co

1. refere-se ao que está no interior de algo e que é essencial para sua existência

es.sen.ci.al

1. relativo à essência, ao fundamental. 2. muito necessário ou indispensável.

in.dis.pen.sá.vel

1. essencial, imprescindível

im.pres.cin.dí.vel

1. que não pode faltar

fal.tar

1. não existir. 2. não estar presente.

(Fonte: Wikipedia)


_

Intrínseco é o meu gostar.
O restante é você.

Trouble

Underdose

Me acostumei a gostar de você. A achar graça quando você fala sério. A te abraçar demorado em qualquer lugar. A pôr a mão no seu pescoço quando lhe beijo a bochecha.
Me acostumei a precisar de você. A ficar triste quando você está também, a pensar em você quando escuto aquelas músicas. Aliás, a pensar em você sempre. A sentir sua falta quando você não está. E até quando está.
Não sei mais escrever para alguém que não seja você, pensar em alguém que não seja você, querer alguém que não seja você.
Me acostumei a gostar de você, a precisar de você. E de tanto insistir nesse costume, acho que já virou vício. E de tanto praticar esse vício, estou quase em overdose.
Sabe, overdose, como o próprio nome sugere, é quando você toma uma dose muito maior do que o... suportável. Entende? E o pior, não posso dizer que foi ua overdose de você porque de você eu tive quase nada.
Estou em overdose. Mas não sei se é de vício, de costume ou de sentir.


(Trocaria todas por uma overdose de você.)

Chama.

Meu sobrenome é saudade quando o assunto é você.
(Não que isso anule o Paixão.)

Re-cheio.

Senti meu coração apertar no instante em que a vi. Acho que era o vazio sendo preenchido por um monte de vontades.

2010

Sabe quando um grande amor vai embora? Não da cidade, mas do coração? E fica aquele vácuo gigante, do tamanho do sentimento... Só restam duas alternativas:
[ ] Deixar vazio.
[ ] Preencher.
Já experimentei deixar vazio mil vezes, e mil vezes esse vazio funcionou como buraco negro, sugando para dentro de si tudo que passava por perto, tudo que lhe parecesse ser algo como amor. Mesmo que não fosse. Tudo que lhe soasse como saudade. O problema do vazio é insistir em preencher-se.
Daí que dessa vez, fiz diferente. Preenchi. Não, não com paixão, nem vontade e, muito menos, com saudade. Preenchi com sentimentos, relacionados a mim e não a outrem. E cá entre nós, funcionou bastante.
O que era vontade virou nojo, o que era saudade virou impaciência, o que era paixão virou amor. Próprio. Que vezenquando apelido de orgulho. Ah, como amo meu orgulho, e como ele me ama. E me completa.


Sabe, descobri em mim, minha outra metade.

Re[ne]gado.

Candeeiro.

Resplandece sua dúvida fronte ao meu querer.
Encandeia você meus olhos escuros, completando-me de sombras e contemplando-me com vontades.
No clarear da sua luz, contento-me em me esquentar sem tocá-la. Entretanto, quando se esvai o seu queimar, me faço inteira fogo para incendiá-la. E feito chama, que somos, e que se consomem, ardemos em calor. Até a morte chegar.
Em cinzas.

Justificando:

É que precisava acabar com o amor. Antes que ele acabasse comigo.

Re-citar.

Recitar é:
*Citar de novo aquilo que disse outrora em sentimentos, vontades, e agora: palavras
*Pensar de novo naquilo que foi dono dos meus pensamentos por tempos. E ficou lá. Ficou lá. Quis sair, mas agora está.
*Aquela vontade de gritar bem alto aquilo que era silencio
*Juntar as palavras antes perdidas entre meus olhos e os seus
*Falar de forma audível aquelas palavras perdidas entre minha boca e a sua.
*Citar de novo tudo que não foi dito
*Explicitar, mostrar, não. Traduzir! Recitar é traduzir. Aquilo que senti por você, que achei que senti, aquilo que nem sinto mais. Aquilo. Que te recito agora.
*Vontade de dizer minhas vontades
*Sorrir, chorar, pular, gritar, com palavras. Não mais com gestos! Nem viagens, sei la. Não pra mim. Pra você. Pra que você ouça.
*Ouvir. Recitar é fazer ouvir.

Agora você me ouve?! Sei que sim, porque agora eu falo. Agora eu recito. E então. Não há mais desculpas Não há mais aquelas palavras engasgadas na garganta. Agora elas saíram.
Não da cabeça. Das cordas vocais.

Sabe, é estranho meus pensamentos saírem por minha boca e pararem nos seus ouvidos. E não saber se eles vão chegar na cabeça, no coração ou se vão mesmo, parar nos ouvidos.

É difícil saber se o ar recheado de palavras que sai dos meus lábios vai tocar sua pele e lhe penetrar em busca das suas veias, seu sangue, e correr junto com o plasma e suas hemácias até aquele músculo cardíaco que tanto bate e eu não sei por quem.

Re-citar.
Citar novamente tudo aquilo que não podia ser dito.


http://www.youtube.com/watch?v=a7r44bXVVXM

Fatos:

-Sou feito de instantes e circunstâncias.

-Falta inspiração e sobra vontade.

-O impossível surge em várias formas pra me conquistar. E sempre consegue.

-Contradigo meus discursos quando o assunto é você.

-Queria fugir. Pra longe das pessoas. E pra perto de mim.


-E no fim, o que sobra é resto.

Notas em branco

1- Cada sarda em seu rosto é um pontinho de... p o e s i a .

2- Sou só interrogações entre as reticências de sua pele.

L.

Ela tinha os cabelos loiros, os olhos doces de mel e um corpo de endoidecer qualquer um.
Ela era um desastre com coisas, pessoas e sentimentos, mas de uma criatividade singular, que transpassava-lhe a pele e fincava no papel.
Ela era tudo ou nada, dependendo do instante em que a encontrasse.
Ora sorrindo com seus lábios enormes e deliciosos. Ora afogada em mágoas.
Ora correndo, pulando, perdendo o controle. Ora, quieta, quase em letargia.
Ora aos beijos, abraços e amassos. Ora, nem palavras.

Ela era feita de extremos e de vontades confusas, que ela não entendia, que dizia ter, ou mesmo, que fingia não ter.
Falo das vontades porque ela era dona das minhas. De todas elas.
Eu acho que algumas das delas também eram relacionadas a mim. Mas isso dependia, não das minhas palavras, nem do meu silêncio. Não de mim. Dependia dela. E do instante em que a encontrasse.
Ah, mas quando esse instante era o certo...
Ah, mas quando esse instante era o errado.

Por ser feita de extremos, extremizava qualquer sensação, sentido e sentimento que me fazia ter.
Fosse alegria, dor, ou vontade. Fosse o querer. Ou a vontade de esquecer.
Mas não esqueço.
Nem deixo de sentir.
Vontade.
De esquecer.
E de você.

Ingredientes:

• Palavras
• Olhos
• Confusão

Receita rápida de conquista com recheio de desastre.

ABC

do querer:

Abraços, beijos e cama.

rir Só

Entre as covinhas do seu sorriso, encontrei a razão do meu.